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Guia de projeto de hardware do SF32LB57x — diretrizes de layout de PCB

Parte do guia de projeto de hardware do SF32LB57x

Esta página aborda a Seção 6, diretrizes de layout de PCB. Volte para Armazenamento e fabricação ou avance para Checklist de revisão do projeto e referências.

6. Diretrizes de layout de PCB

6.1. Empilhamento de camadas

O SF32LB57x está disponível nos encapsulamentos QFN68L (7 x 7 mm, 68 pinos, passo de 0,35 mm) e QFN80L (8 x 8 mm, 80 pinos, passo de 0,35 mm). Em geral, projetos QFN podem usar uma PCB PTH de 4 camadas e permitem componentes em uma ou nas duas faces; alguns componentes, como capacitores, podem ser montados na face inferior da PCB. O encapsulamento BGA112 mede 5,4 x 4,4 mm, tem 112 esferas e passo de 0,4 mm. Projetos BGA normalmente exigem pelo menos 4 camadas e, conforme a dificuldade de fanout, podem usar HDI de primeira ordem com vias cegas/enterradas. Os componentes também podem ser montados em uma ou nas duas faces.

Um bom empilhamento oferece:

  • Acesso pela camada superior aos componentes críticos e trajetos curtos.
  • Um plano interno de terra sólido.
  • Distribuição de alimentação com baixa impedância.
  • Referência de terra contínua para sinais de alta velocidade, RF, cristal, áudio e sinais analógicos.

Os desenhos de empilhamento de referência especificam os materiais e as faixas de espessura total abaixo. Confirme com o fabricante da PCB o empilhamento final e a tolerância de espessura acabada.

Tabela 6.1-1: Materiais e espessuras dos empilhamentos de referência QFN
Empilhamento de referência Núcleo Prepreg Faixa de espessura total
QFN, 1,6 mm Núcleo de cobre H/HOZ de 1,1 mm 7628 RC49%, indicação do material 8,6 mil; coluna de espessura 8,28 mil (0,2104 mm) 1,43–1,74 mm
QFN, 0,8 mm Núcleo H/HOZ de 0,25 mm, sem cobre 7628 RC49%, indicação do material 8,6 mil; coluna de espessura 8,28 mil (0,2104 mm) 0,67–0,87 mm

Conflito na fonte: identificação e espessura do prepreg QFN

As figuras de empilhamento QFN 3-1-2-1 e 3-1-2-2 do guia PCB original, transcritas aqui na tabela 6.1-1, identificam o prepreg como 7628 RC49%, 8.6 mil, enquanto a coluna de espessura informa 8.28 mil (0.2104 mm). A fonte não explica a diferença nem qual valor deve controlar a fabricação. Sem confirmação da SiFli, não escolha nenhum dos valores nem substitua um pelo outro em um empilhamento liberado.

Tabela 6.1-2: Materiais e espessuras dos empilhamentos de referência BGA
Empilhamento de referência Núcleo Prepreg Faixa de espessura total
BGA, 1,6 mm Núcleo de cobre H/HOZ de 1,3 mm 1080 RC67%, indicação do material 3,3 mil; coluna de espessura 3,01 mil (0,0764 mm) 1,37–1,67 mm
BGA, 0,8 mm Núcleo H/H de 0,55 mm, sem cobre 1080 RC67%, indicação do material 3,3 mil; coluna de espessura 3,01 mil (0,0764 mm) 0,70–0,90 mm

Conflito na fonte: identificação e espessura do prepreg BGA

As figuras de empilhamento BGA 3-1-2-3 e 3-1-2-4 do guia PCB original, transcritas aqui na tabela 6.1-2, identificam o prepreg como 1080 RC67%, 3.3 mil, enquanto a coluna de espessura informa 3.01 mil (0.0764 mm). A fonte não explica a diferença nem qual valor deve controlar a fabricação. Sem confirmação da SiFli, não escolha nenhum dos valores nem substitua um pelo outro em um empilhamento liberado.

Os quatro empilhamentos de referência usam cobre de 1 oz nas camadas L1/L4 (1,38 mil; 0,0350 mm) e cobre de 0,60 mil (0,0152 mm) em cada face das camadas L2/L3.

Em uma PCB QFN de 4 camadas, recomenda-se esta distribuição: Camada 1 (superior) — preenchimento de terra, posicionamento dos componentes e roteamento de sinais; Camada 2 — plano de terra sólido, sem sinais, para preservar a integridade da referência; Camada 3 — plano de alimentação, que pode ser dividido por domínio e também receber sinais; Camada 4 (inferior) — preenchimento de terra e roteamento de sinais.

6.2. Referência rápida das restrições críticas de PCB

Tabela 6.2-1: Referência rápida das restrições críticas de PCB
Item Restrição / referência da fonte Observações
VBUS / VBAT Largura da trilha >= 0,4 mm (cerca de 16 mil) Os caminhos do carregador e da bateria conduzem correntes mais altas; mantenha-os curtos e largos, afastados de sinais sensíveis.
VCC / PVDD Valores conflitantes na fonte: a seção 3.2.1 do guia PCB exige >= 0,4 mm; o item 44 da tabela 4-2-1-1 (variantes alimentadas por bateria) exige VCC >= 12 mil, enquanto o item 47 (variantes de 3,3 V) tem o título PVDD, mas verifica VCC >= 12 mil. Confirme com a SiFli a linha de alimentação, o escopo da variante e a largura aplicável; não escolha com base apenas nessas referências.
VDD33_VOUT1 / VDD33_VOUT2 Largura da trilha >= 10 mil Somente para variantes alimentadas por bateria; verifique o limite de corrente de soft-start, a corrente de inrush e a carga permitida.
BUCK_LX / BUCK_FB BUCK_LX: >= 10 mil; BUCK_FB: > 0,25 mm Mantenha BUCK_LX curto e largo; consulte a seção 6.3 sobre posicionamento e área sem cobre.
AVDD_BRF / AVDD33_AUD Largura da trilha >= 8 mil Mantenha as alimentações analógicas, de RF e de áudio curtas, limpas e com filtragem separada.
USB DP/DN Diferencial de 90 Ω Passe primeiro pela proteção ESD, evite derivações e mantenha contínua a referência de terra.
Trilha da antena RF 50 Ω não balanceado Prefira a camada superior, com poucas vias, referência de terra contínua e blindagem por vias de terra.
Largura do cobre de terra nos dois lados da trilha RF >= 60 mil em cada lado Conecte o cobre dos dois lados ao terra principal por várias vias.
Trilhas do cristal de 48 MHz Cerca de 3 mm a 10 mm Prefira a camada superior; use blindagem de terra e deixe uma área sem cobre sob o cristal.
Trilhas do cristal de 32,768 kHz <= 10 mm Mantenha espaçamento entre as trilhas, adicione blindagem e evite fontes de ruído.
Posicionamento do cristal >= 1,5 mm do pino de clock do chip; > 1 mm da borda da placa; >= 5 mm de fontes de calor como PA, carregamento e PMU Aplica-se aos cristais de 48 MHz e 32,768 kHz.
Barramento MPI Comprimento total <= 20 mm, skew do grupo <= 3 mm Roteie clock, dados e comando como um grupo, com referência de terra contínua.
Barramento SDIO Comprimento total <= 50 mm, skew do grupo <= 6 mm Roteie CLK, CMD e DATA como um grupo sobre uma referência de terra contínua.
VDDIOA Largura da trilha >= 10 mil Somente variantes com alimentação de 3,3 V.

As figuras de regras PTH e HDI também apresentam valores de fabricação de referência: largura mínima e recomendada de trilha de 0,10 mm para PTH e 0,075 mm para HDI, com máximo de 2,54 mm em ambos. Os exemplos de vias mostram furo de 0,25 mm com pad de 0,45 mm para PTH e furo de 0,10 mm com pad de 0,23 mm para microvia HDI (o exemplo de via passante é 0,25 mm/0,45 mm). São construções de referência; confirme a capacidade e as regras reais do fabricante antes de liberar a placa.

6.3. Layout da alimentação

  • Mantenha curtos e largos os caminhos de alimentação que conduzem correntes elevadas.
  • Mantenha os caminhos de carga afastados das trilhas analógicas sensíveis, de RF e dos cristais.
  • Posicione os capacitores de filtro de VCC, PVDD, VBUS e VBAT perto dos pinos do chip. A seção 3.2.1 do guia PCB indica largura mínima de 0,4 mm para VCC / PVDD, mas o item 47 da tabela de autoverificação 4-2-1-1 traz um valor conflitante de 12 mil (título PVDD, detalhe da verificação VCC); não defina a largura da trilha de nenhuma das linhas de alimentação até que a SiFli confirme o requisito aplicável. Posicione também perto dos pinos os capacitores de filtro das outras saídas, incluindo VDD_VOUT1, VDD_VOUT2, VDD_RET, VDD_RTC, VDD18_VOUT, VDD33_VOUT1, VDD33_VOUT2, AVDD33_AUD e AVDD_BRF. Dimensione essas trilhas conforme a corrente de entrada e mantenha-as curtas e largas para reduzir a ondulação da alimentação e melhorar a estabilidade.
  • Se PVDD, AVDD_BRF, AVDD33 ou AVDD33_AUD compartilharem uma fonte, use ramificações em estrela independentes a partir da origem; não compartilhe um trecho de alimentação a montante.
  • Roteie VBUS e VBAT como ramificações em estrela independentes, sem trechos compartilhados. Evite que sinais sensíveis corram em paralelo com esses caminhos de carga.
  • Posicione o indutor BUCK e os capacitores de filtro perto dos pinos do chip. Mantenha BUCK_LX curto e largo e use largura superior a 0,25 mm para BUCK_FB. Conecte os terminais de terra dos capacitores de saída DC/DC ao plano principal com várias vias de terra. Não aplique cobre na camada superior sob o indutor, mantenha um plano de referência contínuo na camada adjacente e não passe outros sinais pela área do indutor.
  • Conecte o terra dos capacitores ao terra principal por vias próximas.
  • Nas variantes alimentadas a 3,3 V, use roteamento em estrela para as linhas de alimentação analógicas, de RF e de IO mais importantes.

Conflitos não resolvidos sobre as linhas de alimentação na fonte

  • Largura das trilhas e identificação da linha de alimentação: A seção 3.2.1 do guia original de PCB exige pelo menos 0,4 mm (cerca de 15,7 mil) para VCC e PVDD. O item 44 da tabela de autoverificação 4-2-1-1, aplicável às variantes alimentadas por bateria, exige pelo menos 12 mil para VCC; o item 47, aplicável às variantes de 3,3 V, tem o título PVDD, mas seu detalhe de verificação exige pelo menos 12 mil para VCC. A fonte não concilia essas larguras nem esclarece se o título ou o detalhe do item 47 identifica a linha de alimentação pretendida. Não infira um valor corrigido nem aplique uma entrada às duas variantes de alimentação; antes de fechar o projeto, confirme com a SiFli a linha de alimentação, o escopo e a largura aplicáveis.
  • Nomes das saídas: A seção 3.2.1 do guia PCB original usa VDD_VOUT1 / VDD_VOUT2, enquanto os itens 45/46 da tabela de autoverificação 4-2-1-1 e a tabela de referência rápida da seção 6.2 desta página usam VDD33_VOUT1 / VDD33_VOUT2. O título do item 46 repete VDD33_VOUT1, mas o detalhe de verificação indica VDD33_VOUT2. A fonte não informa se os nomes são aliases ou redes distintas. Sem a confirmação da SiFli, ao fechar o projeto não escolha uma largura, não atribua o item 47 a uma linha de alimentação e não trate as variantes de nome das saídas como equivalentes.

6.4. Layout dos cristais

  • Mantenha uma referência de terra sólida e contínua sob o circuito de RF e o chip principal; não divida nem abra fendas no plano de terra. Para a área do cristal, a fonte também exige uma referência de terra contínua e a remoção de cobre sob o cristal. Consulte o aviso abaixo e não finalize a geometria de cobre dessa área antes de a SiFli confirmar os limites para o empilhamento escolhido.
  • Posicione os cristais a pelo menos 1,5 mm do pino de clock do chip, a mais de 1 mm da borda e a pelo menos 5 mm de fontes de calor como PA, carregamento e PMU, para limitar a deriva de frequência causada pela temperatura. A fonte indica pelo menos 0,25 mm de afastamento do cobre da camada superior ao redor do encapsulamento e remete ao projeto de referência para as camadas adjacentes, mas não explica como essa medida se relaciona à área sem cobre sob o encapsulamento. Confirme os limites aplicáveis com a SiFli antes de liberar o layout. Não roteie sinais digitais de alta frequência diretamente sob o cristal; se possível, evite qualquer trilha nessa área. Afaste dos cristais componentes magnéticos, como indutores de potência.
  • Roteie XI/XO somente na camada superior, sem mudanças de camada. Mantenha as trilhas curtas e simétricas e faça blindagem tridimensional com vias de terra próximas dos dois lados. Posicione os capacitores de carga em ambos os lados do cristal, perto das extremidades das trilhas junto ao cristal, e conecte cada pad de terra perto do pad de terra do cristal. Mantenha vias de alimentação afastadas das trilhas do cristal.
  • Para o cristal de 48 MHz, use trilhas na camada superior com 3 a 10 mm de comprimento e 0,1 mm de largura. Mantenha pelo menos 0,15 mm entre as trilhas paralelas 48M_XI e 48M_XO e faça blindagem tridimensional de terra. Afaste-as de VBAT, DC/DC e sinais de alta velocidade; deixe livres a camada superior e as camadas adjacentes na área do cristal.
  • Para o cristal de 32,768 kHz, use trilhas na camada superior com até 10 mm de comprimento e 0,1 mm de largura. O modelo de roteamento especifica pelo menos 0,15 mm entre 32K_XI e 32K_XO em paralelo, enquanto a lista de autoverificação exige mais que o dobro da largura da trilha (>0,2 mm para 0,1 mm de largura). Não fixe a separação final até que a SiFli confirme qual requisito aplicar. Aplique blindagem tridimensional de terra e deixe livres a camada superior e as camadas adjacentes na área do cristal.

Conflitos não resolvidos nas instruções de layout do cristal

  • Blindagem de terra e área sem cobre: A seção 3.3 do guia de PCB exige um plano de referência de terra contínuo na região do cristal e uma área sem cobre na camada TOP ao redor dele. A figura 3-3-1 (reproduzida aqui como figura 6.9-30) indica pelo menos 0,25 mm ao redor do encapsulamento. Já o item 6 da tabela original de autoverificação 4-3-1 exige blindagem GND completa ao redor do cristal e das trilhas do oscilador, enquanto o item 7 determina ausência de cobre sob o cristal somente na TOP em uma PCB PTH de 4 camadas e na TOP e camada 2 em uma HDI de 6 camadas. A fonte não delimita a área blindada em relação à área sem cobre nem explica como aplicar a exigência de terra contínua nas camadas sem cobre previstas para cada empilhamento. Esse conflito de escopo continua sem solução; não deduza o padrão de cobre ou de terra por camada.
  • Espaçamento das trilhas de 32,768 kHz: A seção 3.3 do guia de PCB e o modelo de roteamento da figura 3-3-4 (reproduzida aqui como figura 6.9-33) especificam pelo menos 0,15 mm entre as trilhas paralelas 32K_XI / 32K_XO. O item 9 da tabela original de autoverificação 4-3-1 exige espaçamento superior ao dobro da largura básica da trilha, isto é, mais de 0,2 mm para a trilha de 0,1 mm indicada no guia. Os requisitos mínimos de espaçamento são conflitantes.
  • Escopo da folga ao redor do encapsulamento: A figura 3-3-1 (reproduzida aqui como figura 6.9-30) especifica pelo menos 0,25 mm de afastamento do cobre da camada TOP ao redor do encapsulamento. O item 7 da tabela 4-3-1 define separadamente quais camadas devem ficar sem cobre sob o cristal nos dois empilhamentos, mas a fonte não explica a relação entre a folga periférica de 0,25 mm, as áreas sob o encapsulamento e as restrições de roteamento nas camadas adjacentes. Esses conflitos e lacunas de escopo permanecem sem solução na documentação original da SiFli. Antes de liberar o layout, confirme os requisitos para o encapsulamento e o empilhamento reais; não escolha entre os espaçamentos nem deduza os limites de terra ou de área sem cobre por camada.

6.5. Layout de RF

  • Posicione a rede de casamento RF perto do chip e afastada da antena. Coloque o capacitor de filtro AVDD_BRF junto ao pino do chip e conecte seu terra diretamente ao plano principal por uma via.
  • Mantenha as trilhas RF curtas e use o menor número de vias que seja prático.
  • Priorize o roteamento RF na camada superior e evite mudanças de camada. Quando aplicável, recomenda-se uma largura de trilha superior a 10 mil. Preveja blindagem tridimensional de terra, evite ângulos agudos e retos, controle a impedância em 50 Ω conforme o empilhamento da PCB e distribua vias de terra densamente nos dois lados para formar uma cerca contínua.
  • Mantenha a área da antena livre conforme os requisitos do fabricante e as restrições de design industrial do produto.
  • Diferenças entre a largura do pad de um componente de casamento e a largura da trilha podem causar descontinuidade de impedância. Uma abertura no plano de referência sob os pads, dimensionada conforme os próprios pads, pode ajudar a manter a continuidade.
  • Se usar um conector de antena IPEX, remova o cobre de todas as camadas da PCB sob o conector. Simule as antenas de PCB e ajuste-as na placa real; reserve uma rede de casamento CLC e posicione-a o mais perto possível da antena.
  • Afaste RF do FPC do LCD, de USB, SDIO, DC/DC, cristais e caminhos de carregamento.

6.6. Sinais analógicos e áudio

  • Posicione os capacitores de filtro de AVDD33_AUD, MIC_BIAS e AUD_VREF junto aos respectivos pinos do chip e conecte cada terra de forma confiável ao terra principal da PCB.
  • Posicione a desacoplagem das alimentações analógicas perto do chip.
  • Compatibilize os comprimentos das trilhas diferenciais de áudio e posicione as redes RC perto do chip.
  • Posicione os componentes periféricos da entrada ADCP perto dos pinos do chip. Mantenha as trilhas curtas, faça blindagem de terra tridimensional e afaste-as de fontes fortes de interferência.
  • Posicione os componentes periféricos das saídas DACP/DACN perto dos pinos do chip. Roteie cada par P/N como diferencial, mantenha-o curto e limite a capacitância parasita a menos de 10 pF. Faça blindagem tridimensional de terra e afaste as trilhas de fontes fortes de interferência.
  • Faça blindagem tridimensional de terra nas trilhas GPADC e mantenha-as afastadas de circuitos que possam interferir, como detecção de bateria e temperatura.
  • Evite passar retornos de alta corrente pela área de áudio.

6.7. Interfaces de alta velocidade

  • Roteie USB DP/DN como um par diferencial de 90 Ω e faça os sinais passarem primeiro pela proteção ESD.
  • Agrupe os sinais de armazenamento MPI: comprimento total ≤20 mm e diferença de comprimento no grupo ≤3 mm. Aplique blindagem tridimensional de terra a clock, dados e comandos e mantenha a referência de terra contínua.
  • Agrupe os sinais SDIO: comprimento total ≤50 mm e diferença de comprimento no grupo ≤6 mm. Aplique blindagem tridimensional de terra a clock, comandos e dados.
  • Roteie os barramentos paralelos de display, como RGB/DPI, 8080 e EPD, sobre uma referência de terra contínua.
  • Faça os sinais USB PA35 (USB_DP) e PA36 (USB_DN) passarem pela proteção ESD antes de chegar ao chip. Use roteamento diferencial de 90 Ω com blindagem tridimensional de terra e conecte o terra do dispositivo ESD de forma confiável ao terra principal.
  • Reserve posições para resistores em série nos clocks de alta velocidade, caso seja necessário ajustar EMI.

6.8. EMI, ESD e EOS

  • Revise a proteção ESD de todas as interfaces externas.
  • Evite trechos longos na camada externa, fora da blindagem metálica, para clocks, alimentação e outros sinais ruidosos; roteie-os pelas camadas internas.
  • Posicione cada dispositivo de proteção ESD junto ao pino correspondente do conector. O sinal deve passar pela proteção antes de chegar ao circuito seguinte, sem ramificações antes do dispositivo. Conecte seu pino de terra diretamente ao terra principal por vias e use uma ligação curta e larga.
  • USB, carregador, conector da bateria, botões, toque, display, sensor de frequência cardíaca e antena são pontos prioritários de proteção.
  • Posicione o ponto de teste da linha de carga USB antes do TVS. Coloque o TVS do conector da bateria antes do circuito do chip, de modo que o sinal passe pelo TVS antes de chegar ao chip.
  • Considere em conjunto OVP, EOS e ESD na proteção da entrada do carregador.

6.9. Figuras de referência de PCB

As figuras a seguir mostram dimensões do encapsulamento, padrões de pads da PCB, empilhamento, fanout, roteamento e proteção do SF32LB57x e servem como referências visuais principais para novos projetos.

A referência de pads QFN80L indica 5,90 mm para o pad central exposto; o desenho do encapsulamento indica 5,50 mm nominal (5,40–5,60 mm). Eles descrevem o pad da PCB e o do encapsulamento, respectivamente; não trate essas dimensões como intercambiáveis. Verifique a revisão do encapsulamento e o footprint recomendado pela SiFli antes de criar a biblioteca. As referências de estêncil QFN68L/QFN80L usam espessura de 0,125 mm e cobertura de pasta declarada de 60% no pad exposto; peça ao fabricante do estêncil que confira as dimensões das aberturas em relação a essa cobertura.

A referência de estêncil BGA112 usa espessura de 0,075 mm, 112 aberturas quadradas de 0,18 mm e raios de canto R0,05 mm.

Figura 6.9-1: Dimensões do encapsulamento QFN68L (7 × 7 × 0,9 mm)

Figura 6.9-1: Dimensões do encapsulamento QFN68L (7 × 7 × 0,9 mm)

Figura 6.9-2: Dimensões do encapsulamento QFN68L (7 × 7 × 1,1 mm)

Figura 6.9-2: Dimensões do encapsulamento QFN68L (7 × 7 × 1,1 mm)

Figura 6.9-3: Footprint de PCB do QFN68L

Figura 6.9-3: Footprint de PCB do QFN68L

Figura 6.9-4: Abertura do estêncil do QFN68L

Figura 6.9-4: Abertura do estêncil do QFN68L

Figura 6.9-5: Dimensões do encapsulamento QFN80L (8 × 8 × 0,9 mm)

Figura 6.9-5: Dimensões do encapsulamento QFN80L (8 × 8 × 0,9 mm)

Figura 6.9-6: Dimensões do encapsulamento QFN80L (8 × 8 × 1,1 mm)

Figura 6.9-6: Dimensões do encapsulamento QFN80L (8 × 8 × 1,1 mm)

Figura 6.9-7: Footprint de PCB do QFN80L

Figura 6.9-7: Footprint de PCB do QFN80L

Figura 6.9-8: Abertura do estêncil do QFN80L

Figura 6.9-8: Abertura do estêncil do QFN80L

Figura 6.9-9: Dimensões do encapsulamento BGA112 (5,4 × 4,4 × 0,98 mm)

Figura 6.9-9: Dimensões do encapsulamento BGA112 (5,4 × 4,4 × 0,98 mm)

Figura 6.9-10: Dimensões do encapsulamento BGA112 (5,4 × 4,4 × 1,03 mm)

Figura 6.9-10: Dimensões do encapsulamento BGA112 (5,4 × 4,4 × 1,03 mm)

Figura 6.9-11: Footprint de PCB do BGA112

Figura 6.9-11: Footprint de PCB do BGA112

Figura 6.9-12: Abertura do estêncil do BGA112

Figura 6.9-12: Abertura do estêncil do BGA112

Figura 6.9-13: Referência de empilhamento de camadas da PCB para QFN (1,6 mm)

Figura 6.9-13: Referência de empilhamento de camadas da PCB para QFN (1,6 mm)

Figura 6.9-14: Referência de empilhamento de camadas da PCB para QFN (0,8 mm)

Figura 6.9-14: Referência de empilhamento de camadas da PCB para QFN (0,8 mm)

Figura 6.9-15: Referência de empilhamento de camadas da PCB para BGA (1,6 mm)

Figura 6.9-15: Referência de empilhamento de camadas da PCB para BGA (1,6 mm)

Figura 6.9-16: Referência de empilhamento de camadas da PCB para BGA (0,8 mm)

Figura 6.9-16: Referência de empilhamento de camadas da PCB para BGA (0,8 mm)

Figura 6.9-17: Regras de projeto de PCB com PTH

Figura 6.9-17: Regras de projeto de PCB com PTH

Figura 6.9-18: Regras de projeto de vias PTH

Figura 6.9-18: Regras de projeto de vias PTH

Figura 6.9-19: Regras de projeto de PCB HDI

Figura 6.9-19: Regras de projeto de PCB HDI

Figura 6.9-20: Regras de projeto de vias HDI

Figura 6.9-20: Regras de projeto de vias HDI

Figura 6.9-21: Referência de fanout na camada superior do QFN68

Figura 6.9-21: Referência de fanout na camada superior do QFN68

Figura 6.9-22: Referência de fanout na camada superior do QFN80

Figura 6.9-22: Referência de fanout na camada superior do QFN80

Figura 6.9-23: Referência de fanout do BGA112

Figura 6.9-23: Referência de fanout do BGA112

Figura 6.9-24: Roteamento da alimentação VCC para QFN

Figura 6.9-24: Roteamento da alimentação VCC para QFN

Figura 6.9-25: Roteamento da alimentação VCC para BGA

Figura 6.9-25: Roteamento da alimentação VCC para BGA

Figura 6.9-26: Roteamento de VBUS e VBAT para QFN

Figura 6.9-26: Roteamento de VBUS e VBAT para QFN

Figura 6.9-27: Roteamento de VBUS e VBAT para BGA

Figura 6.9-27: Roteamento de VBUS e VBAT para BGA

Figura 6.9-28: Roteamento do conversor DCDC para QFN

Figura 6.9-28: Roteamento do conversor DCDC para QFN

Figura 6.9-29: Roteamento do conversor DCDC para BGA

Figura 6.9-29: Roteamento do conversor DCDC para BGA

Figura 6.9-30: Área de exclusão para posicionamento do cristal

Figura 6.9-30: Área de exclusão para posicionamento do cristal

Figura 6.9-31: Modelo de roteamento do cristal de 48 MHz

Figura 6.9-31: Modelo de roteamento do cristal de 48 MHz

Figura 6.9-32: Referência de roteamento do cristal de 48 MHz

Figura 6.9-32: Referência de roteamento do cristal de 48 MHz

Figura 6.9-33: Modelo de roteamento do cristal de 32,768 kHz

Figura 6.9-33: Modelo de roteamento do cristal de 32,768 kHz

Figura 6.9-34: Referência de roteamento do cristal de 32,768 kHz

Figura 6.9-34: Referência de roteamento do cristal de 32,768 kHz

Figura 6.9-35: Layout da rede de casamento de impedância de RF

Figura 6.9-35: Layout da rede de casamento de impedância de RF

Figura 6.9-36: Referência de roteamento do sinal de RF

Figura 6.9-36: Referência de roteamento do sinal de RF

Figura 6.9-37: Layout do filtro da alimentação de áudio

Figura 6.9-37: Layout do filtro da alimentação de áudio

Figura 6.9-38: Layout da entrada de áudio analógico

Figura 6.9-38: Layout da entrada de áudio analógico

Figura 6.9-39: Layout da saída de áudio analógico

Figura 6.9-39: Layout da saída de áudio analógico

Figura 6.9-40: Modelo de roteamento SDIO

Figura 6.9-40: Modelo de roteamento SDIO

Figura 6.9-41: Referência de roteamento SDIO na PCB

Figura 6.9-41: Referência de roteamento SDIO na PCB

Figura 6.9-42: Referência de posicionamento dos componentes USB

Figura 6.9-42: Referência de posicionamento dos componentes USB

Figura 6.9-43: Modelo de roteamento USB

Figura 6.9-43: Modelo de roteamento USB

Figura 6.9-44: Referência de roteamento USB na PCB

Figura 6.9-44: Referência de roteamento USB na PCB

Figura 6.9-45: Referência de posicionamento do TVS de alimentação

Figura 6.9-45: Referência de posicionamento do TVS de alimentação

Figura 6.9-46: Referência de aterramento para EOS/TVS

Figura 6.9-46: Referência de aterramento para EOS/TVS

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