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Guia de projeto de hardware SF32LB58x — Diretrizes de layout da PCB

Parte do guia de projeto de hardware SF32LB58x

Esta página aborda a seção 6, Diretrizes de layout da PCB. Volte às Diretrizes para o esquemático, siga para o Checklist do layout da PCB ou avance para o Checklist de revisão do projeto e referências.

6. Diretrizes de layout da PCB

6.1. Projeto do footprint do encapsulamento

A série SF32LB58x usa um encapsulamento BGA256 com dimensões de 8,5 mm × 6,5 mm × 0,94 mm, passo de esferas de 0,4 mm e diâmetro nominal de 0,25 mm. Consulte o datasheet oficial para obter todos os dados de qualificação do encapsulamento.

Valores de altura do encapsulamento divergentes nas fontes

O texto do guia da SiFli informa uma altura de 0,94 mm. No desenho do encapsulamento BGA256, a dimensão A é de 0,91 mm nominal, com faixa de 0,84 a 1,04 mm. Os valores são conflitantes. Se a altura afetar a folga mecânica ou o encaixe no gabinete, não escolha um deles sem confirmação da SiFli; use a especificação confirmada do encapsulamento.

Figura 6.1-1: Dimensões do encapsulamento BGA256

Figura 6.1-1: Dimensões do encapsulamento BGA256

Figura 6.1-2: Formato do footprint do encapsulamento

Figura 6.1-2: Formato do footprint do encapsulamento

Figura 6.1-3: Referência do padrão de pads da PCB

Figura 6.1-3: Referência do padrão de pads da PCB

Figura 6.1-4: Mapa das esferas do encapsulamento

Figura 6.1-4: Mapa das esferas do encapsulamento

Figura 6.1-5: Informações das esferas do substrato do encapsulamento

Figura 6.1-5: Informações das esferas do substrato do encapsulamento

6.2. Empilhamento de camadas da PCB

A série SF32LB58x permite a montagem de componentes em uma ou em ambas as faces. A PCB deve usar tecnologia HDI; placas PTH não são compatíveis. Recomenda-se o empilhamento 6HDI-2. A estrutura de referência da figura especifica espessura final da placa de 0,8 mm ± 10% (cerca de 32 mil nominais).

Figura 6.2-1: Estrutura de empilhamento de referência

Figura 6.2-1: Estrutura de empilhamento de referência

6.3. Regras gerais de projeto da PCB

Consulte no datasheet oficial a figura com as regras gerais de projeto da PCB (dimensões em mm). As regras de referência indicam largura mínima e recomendada de trilha de 0,075 mm e máxima de 2 mm; distância mínima de 0,075 mm entre trilhas, vias, pads, componentes SMD, textos e áreas de cobre; afastamento de 0,25 mm da borda da placa; e distância de 0,1 mm entre furos e entre os corpos dos componentes. Confirme os valores finais com o fabricante da PCB.

Figura 6.3-1: Regras gerais de projeto da PCB

Figura 6.3-1: Regras gerais de projeto da PCB

6.3.1. Projeto de vias cegas

Consulte no datasheet oficial as figuras de projeto das vias cegas entre as camadas 1–2 e 1–3 (dimensões em mm). As vias cegas metalizadas de referência têm 0,23 mm de diâmetro e furo de 0,10 mm.

Figura 6.3-2: Projeto de via cega entre as camadas 1–2

Figura 6.3-2: Projeto de via cega entre as camadas 1–2

Figura 6.3-3: Projeto de via cega entre as camadas 1–3

Figura 6.3-3: Projeto de via cega entre as camadas 1–3

6.3.2. Projeto de vias enterradas

Consulte no datasheet oficial a figura de projeto da via enterrada entre as camadas 2–5 (dimensões em mm). A via enterrada metalizada de referência tem 0,40 mm de diâmetro e furo de 0,20 mm.

Figura 6.3-4: Projeto de via enterrada entre as camadas 2–5

Figura 6.3-4: Projeto de via enterrada entre as camadas 2–5

6.4. Fanout das trilhas

As duas primeiras fileiras de esferas do BGA são direcionadas pela camada superior; as demais são levadas às camadas internas por meio de vias.

Figura 6.4-1: Referência de fanout na camada superior

Figura 6.4-1: Referência de fanout na camada superior

Figura 6.4-2: Referência de fanout nas camadas internas

Figura 6.4-2: Referência de fanout nas camadas internas

6.5. Roteamento da interface de clock

Posicione o cristal sob a blindagem metálica, a mais de 1 mm da borda da PCB e o mais longe possível de componentes que geram calor, como o PA, o circuito carregador e a PMU. O ideal é manter uma distância superior a 5 mm para evitar desvios na frequência do cristal. Mantenha outros metais e componentes a pelo menos 0,25 mm da zona de exclusão do cristal.

Roteie o cristal de 48 MHz na camada superior, com trilhas de 3 a 10 mm de comprimento e 0,075 mm de largura, sob blindagem 3D completa. Mantenha-as afastadas de VBAT, DC/DC e sinais de alta velocidade. Não passe outras trilhas pela camada superior nem pela camada adjacente sob o cristal de 48 MHz.

Roteie o cristal de 32,768 kHz na camada superior, com trilhas de até 10 mm de comprimento e 0,075 mm de largura. Mantenha pelo menos 0,15 mm entre as trilhas paralelas 32K_XI e 32K_XO e use blindagem 3D completa. Não passe outras trilhas pela camada superior nem pela camada adjacente sob o cristal.

Confirme com a SiFli as camadas da zona de exclusão do cristal

O guia de layout especifica uma zona de exclusão (keep-out) na camada de superfície e na camada adjacente abaixo de cada área de cristal. A planilha de verificação especifica zonas sem cobre nas camadas 1, 2 e 3 de uma PCB de quatro camadas. As fontes divergem quanto à inclusão da camada 3. Não infira o requisito final para essa camada; confirme-o com a SiFli.

Figura 6.5-1: Posicionamento do cristal

Figura 6.5-1: Posicionamento do cristal

Figura 6.5-2: Esquemático do cristal de 48 MHz

Figura 6.5-2: Esquemático do cristal de 48 MHz

Figura 6.5-3: Modelo de roteamento do cristal de 48 MHz

Figura 6.5-3: Modelo de roteamento do cristal de 48 MHz

Figura 6.5-4: Referência de roteamento do cristal de 48 MHz

Figura 6.5-4: Referência de roteamento do cristal de 48 MHz

Figura 6.5-5: Esquemático do cristal de 32,768 kHz

Figura 6.5-5: Esquemático do cristal de 32,768 kHz

Figura 6.5-6: Modelo de roteamento do cristal de 32,768 kHz

Figura 6.5-6: Modelo de roteamento do cristal de 32,768 kHz

Figura 6.5-7: Referência de roteamento do cristal de 32,768 kHz

Figura 6.5-7: Referência de roteamento do cristal de 32,768 kHz

6.6. Roteamento da interface RF

Posicione o circuito de casamento RF o mais perto possível do chip, e não junto à antena. Coloque o capacitor de desacoplamento da alimentação RF AVDD_BRF o mais perto possível do pino do chip, com as vias do terminal de terra caindo diretamente no plano de terra principal.

Sempre que possível, roteie as trilhas RF na camada superior para evitar vias que possam prejudicar o desempenho de RF. Recomenda-se largura superior a 10 mil, blindagem 3D completa e evitar ângulos agudos ou retos. Acrescente vias de terra para blindagem ao longo dos dois lados da trilha RF e controle sua impedância em 50 Ω. Mantenha DC-DC, VBAT e sinais digitais de alta velocidade — como os do cristal, dos clocks de alta frequência e das interfaces I2C/SPI/SDIO/I2S/UART — fora da área de roteamento RF. AVSS_RRF, AVSS_TRF, AVSS_TRF2, AVSS_VCO e AVSS_BB são pinos de terra do circuito RF e devem ser aterrados corretamente; coloque vias cegas diretamente nos pads e conecte-as ao terra principal.

Figura 6.6-1: Esquemático da rede π e do circuito de alimentação

Figura 6.6-1: Esquemático da rede π e do circuito de alimentação

Figura 6.6-2: Layout da PCB da rede π e do circuito de alimentação

Figura 6.6-2: Layout da PCB da rede π e do circuito de alimentação

Figura 6.6-3: Esquemático do circuito do sinal RF

Figura 6.6-3: Esquemático do circuito do sinal RF

Figura 6.6-4: Roteamento do sinal RF na PCB

Figura 6.6-4: Roteamento do sinal RF na PCB

Figura 6.6-5: Esquemático do terra do circuito RF

Figura 6.6-5: Esquemático do terra do circuito RF

Figura 6.6-6: Conexões de terra do circuito RF na PCB

Figura 6.6-6: Conexões de terra do circuito RF na PCB

6.7. Roteamento da interface de áudio

Posicione o capacitor de desacoplamento da alimentação de áudio AVDD33_AUD próximo ao respectivo pino e conecte seu terminal de terra ao plano principal de terra. Faça o mesmo com o capacitor de desacoplamento da alimentação do microfone MIC_BIAS. Posicione também o capacitor de desacoplamento de AUD_VREF próximo ao respectivo pino.

AU_ADC1P/AU_ADC1N e AU_ADC2P/AU_ADC2N são os dois pares de entrada analógica. Posicione os componentes associados o mais perto possível dos pinos, roteie cada par P/N como um par diferencial com trilhas tão curtas quanto possível, aplique blindagem 3D e mantenha afastadas outras fontes de interferência intensa.

AU_DAC1P/AU_DAC1N e AU_DAC2P/AU_DAC2N são os dois pares de saída analógica. Posicione os componentes associados o mais perto possível dos pinos e roteie cada par P/N como um par diferencial com menos de 2 mm. A capacitância parasita das trilhas deve ser inferior a 10 pF, e a largura da trilha diferencial deve ser de 0,075 mm. Aplique blindagem 3D ao par e mantenha afastadas outras fontes de interferência intensa.

Limites de comprimento das trilhas DAC divergentes nas fontes

O guia de layout especifica comprimento inferior a 2 mm para as trilhas DAC, enquanto a planilha de verificação especifica comprimento inferior a 2 cm (20 mm). Os limites diferem por um fator de dez. Não escolha nem substitua um limite sem confirmação da SiFli.

Figura 6.7-1: Esquemático da alimentação de áudio

Figura 6.7-1: Esquemático da alimentação de áudio

Figura 6.7-2: Filtro da alimentação de áudio no layout da PCB

Figura 6.7-2: Filtro da alimentação de áudio no layout da PCB

Figura 6.7-3: Esquemático da entrada de áudio analógico

Figura 6.7-3: Esquemático da entrada de áudio analógico

Figura 6.7-4: Layout da PCB da entrada de áudio analógico

Figura 6.7-4: Layout da PCB da entrada de áudio analógico

Figura 6.7-5: Esquemático da saída de áudio analógico

Figura 6.7-5: Esquemático da saída de áudio analógico

Figura 6.7-6: Layout da PCB da saída de áudio analógico

Figura 6.7-6: Layout da PCB da saída de áudio analógico

6.8. Roteamento da interface USB

Posicione o capacitor de desacoplamento de AVDD33_USB e o resistor de calibração USB2_REXT perto de seus respectivos pinos. Antes de chegar ao chip, as trilhas USB devem passar pelos pinos do componente de proteção ESD; conecte o pino de terra desse componente ao terra principal. Roteie USB DP/DN como par diferencial com impedância diferencial controlada em 90 Ω e aplique blindagem 3D.

Figura 6.8-1: Esquemático dos sinais USB

Figura 6.8-1: Esquemático dos sinais USB

Figura 6.8-2: Projeto das trilhas USB na PCB

Figura 6.8-2: Projeto das trilhas USB na PCB

Figura 6.8-3: Referência de posicionamento dos componentes USB

Figura 6.8-3: Referência de posicionamento dos componentes USB

Figura 6.8-4: Modelo de roteamento dos sinais USB

Figura 6.8-4: Modelo de roteamento dos sinais USB

6.9. Roteamento da interface SDIO

O SF32LB58x oferece duas interfaces SDIO: SDIO1 e SDIO2. Roteie juntos todos os sinais de cada interface, sem separá-los. O comprimento total das trilhas deve ser de até 50 mm, e a diferença de comprimento entre sinais do mesmo grupo, de até 6 mm. Aplique blindagem 3D ao clock SDIO e também aos sinais DATA e CMD.

Figura 6.9-1: Circuito da interface SDIO1

Figura 6.9-1: Circuito da interface SDIO1

Figura 6.9-2: Modelo de roteamento da interface SDIO1 na PCB

Figura 6.9-2: Modelo de roteamento da interface SDIO1 na PCB

6.10. Roteamento da interface DSI

Posicione o capacitor de desacoplamento de AVDD18_DSI e o resistor de calibração DSI_REXT perto de seus respectivos pinos. Roteie os sinais DSI como pares diferenciais com impedância diferencial controlada em 100 Ω e ajuste os comprimentos de clock e dados: a diferença dentro de cada par deve ser de até 0,5 mm e, entre pares, de até 2 mm. Aplique blindagem 3D a cada par diferencial.

Limites de casamento entre pares DSI divergentes nas fontes

O guia de layout limita a diferença de comprimento entre pares a 2 mm e a diferença dentro de cada par a 0,5 mm. A planilha de verificação exige que cada par de dados acompanhe o par de clock com diferença máxima de 200 mil (5,08 mm). As fontes divergem no limite entre pares. Não escolha um limite sem confirmação da SiFli; mantenha explícitos os dois critérios durante a revisão.

Figura 6.10-1: Circuito dos sinais DSI

Figura 6.10-1: Circuito dos sinais DSI

Figura 6.10-2: Roteamento dos sinais DSI na PCB

Figura 6.10-2: Roteamento dos sinais DSI na PCB

6.11. Roteamento do circuito DC-DC

Posicione o indutor de potência e os capacitores de desacoplamento do circuito DC-DC perto dos pinos do chip. Mantenha as trilhas BUCK_LX tão curtas e largas quanto possível para reduzir a indutância do circuito. Adicione vias de terra aos terminais de terra de todos os capacitores de saída DC-DC e conecte-as ao plano de terra principal. A trilha de realimentação BUCK_FB deve ter largura superior a 0,25 mm. Não faça preenchimento de cobre na camada superior sob o indutor; mantenha a camada adjacente como plano de referência de terra contínuo e não passe outras trilhas pela área do indutor.

Figura 6.11-1: Circuito dos principais componentes DC-DC

Figura 6.11-1: Circuito dos principais componentes DC-DC

Figura 6.11-2: Layout da PCB dos principais componentes DC-DC

Figura 6.11-2: Layout da PCB dos principais componentes DC-DC

6.12. Roteamento da alimentação

PVDD1 e PVDD2 são entradas de alimentação da PMU integrada. Posicione os capacitores de desacoplamento perto dos pinos e use trilhas tão largas quanto possível, nunca inferiores a 0,5 mm. PVSS1 e PVSS2 são pinos de terra da PMU e devem ser conectados ao terra principal por vias. Não os deixe desconectados, pois isso prejudica o desempenho geral da PMU.

Figura 6.12-1: Diagrama do circuito DC-DC

Figura 6.12-1: Diagrama do circuito DC-DC

Figura 6.12-2: Roteamento do circuito DC-DC na PCB

Figura 6.12-2: Roteamento do circuito DC-DC na PCB

6.13. Roteamento das entradas de alimentação de LDO e I/O

Posicione os capacitores de desacoplamento de todas as saídas LDO e entradas de alimentação de I/O perto dos respectivos pinos. Dimensione a largura das trilhas conforme a corrente exigida e mantenha-as tão curtas e largas quanto possível para reduzir a ondulação da alimentação e melhorar a estabilidade do sistema.

Figura 6.13-1: Referência de roteamento das entradas de alimentação LDO e I/O

Figura 6.13-1: Referência de roteamento das entradas de alimentação LDO e I/O

6.14. Roteamento de outras interfaces

As redes de sinal dos pinos GPADC exigem blindagem 3D completa e devem ficar afastadas de outras fontes de interferência, como os circuitos de medição do nível da bateria e da temperatura.

Figura 6.14-1: Circuito GPADC

Figura 6.14-1: Circuito GPADC

As redes dos pinos de entrada e saída de clock, como a saída de 32 kHz, também exigem blindagem 3D completa e devem ficar afastadas de outras fontes de interferência.

Figura 6.14-2: Circuito da saída de clock de 32 kHz

Figura 6.14-2: Circuito da saída de clock de 32 kHz

6.15. Roteamento de terra sob o chip

A rede de terra sob a região central do SF32LB58x deve ser interligada por trilhas para formar um plano de terra adequado, conectado ao plano principal por vias cegas ou enterradas.

Figura 6.15-1: Plano de terra na camada superior sob o chip

Figura 6.15-1: Plano de terra na camada superior sob o chip

Figura 6.15-2: Plano de terra na segunda camada sob o chip

Figura 6.15-2: Plano de terra na segunda camada sob o chip

Figura 6.15-3: Plano de terra na terceira camada sob o chip

Figura 6.15-3: Plano de terra na terceira camada sob o chip

Figura 6.15-4: Plano de terra na quarta camada sob o chip

Figura 6.15-4: Plano de terra na quarta camada sob o chip

6.16. EMI e ESD

Fora da blindagem metálica, evite trilhas longas na camada superior. Sinais de clock, alimentação e outros que possam gerar interferência devem ser roteados em camadas internas. Posicione os dispositivos de proteção ESD perto dos pinos do conector e faça os sinais passarem por eles antes de qualquer derivação. Conecte os pinos de terra dos dispositivos ESD ao terra principal por vias e mantenha curtas e largas as trilhas dos pads de terra para reduzir a impedância e melhorar a proteção ESD.

6.17. Outras considerações

Posicione os pontos de teste da linha de carregamento USB antes do diodo TVS. Na linha do conector da bateria, posicione o TVS antes da conexão à plataforma e roteie o sinal para que passe pelo TVS antes de chegar ao chip. Mantenha tão curtas quanto possível as trilhas dos pinos de terra do TVS.

A fonte não define o ponto de referência para posicionar o TVS

A fonte chinesa orienta instalar o TVS do conector da bateria “antes da plataforma” (平台), mas não identifica o nó ou ponto de conexão correspondente. Confirme esse ponto de referência com a SiFli em vez de inferi-lo. A fonte também exige que o caminho passe pelo TVS antes de chegar ao chip e que a trilha de terra do TVS seja curta.

Figura 6.17-1: Referência de posicionamento do TVS de alimentação

Figura 6.17-1: Referência de posicionamento do TVS de alimentação

Figura 6.17-2: Referência de roteamento do TVS

Figura 6.17-2: Referência de roteamento do TVS

Para evitar que a máscara de solda cubra os pads e preservar a confiabilidade das juntas, posicione as vias dos pads BGA no centro das esferas, sem deslocamento. Para melhorar o rendimento de fabricação, consulte as figuras de referência das conexões das esferas BGA.

Figura 6.17-3: Referência de posicionamento de vias em BGA

Figura 6.17-3: Referência de posicionamento de vias em BGA

Figura 6.17-4: Referência de conexão das esferas BGA 1

Figura 6.17-4: Referência de conexão das esferas BGA 1

Figura 6.17-5: Referência de conexão das esferas BGA 2

Figura 6.17-5: Referência de conexão das esferas BGA 2

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